Rede de clínicas de odontologia ganha clientes classe A e investidores na pandemia

Com mais de 360 unidades em todo o país, a Sorridents, rede de clínicas de odontologia, viu a demanda por abertura de novas franquias subir perto de 80%, em 2020. A guinada é explicada principalmente pela decisão da rede de permanecer operando durante a pandemia. A estratégia ajudou a ampliar a base de clientes e também atraiu o olhar de novos investidores, explica Carla Sami, à frente do negócio e da Salus Participações, que reúne outras quatro franquias em saúde e beleza.

“No lockdown, eu tinha duas empresas que prestavam serviços essenciais. A Sorridents atendia 400 mil pacientes por mês, um quarto deles por urgências e emergências. Decidi que permaneceríamos abertos e com segurança. Atraímos novos clientes porque muitos não conseguiam ser atendidos por seus dentistas particulares, outras redes ou pelo SUS”, conta a empresária.

Na Sorridents, o primeiro passo foi criar um teleatendimento odontológico 24 horas, com os dentistas da rede fazendo triagem e orientação para atendimento dos pacientes a distância. Depois, direcionando ao presencial aqueles que precisavam de tratamento efetivo. “Oferecemos acessibilidade, alta qualidade e, como temo escala, nossos tratamentos custam cerca de 50% do valor cobrado por dentistas classe A. Em 2009, apenas 7% vinham da classe AB. Em 2014, passaram para 25%. Este ano, saltaram para 37%. São pessoas que ascenderam economicamente, mas sabem o quanto custa chegar ao que ganham”, conta ela.

Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/pense-grande/post/rede-de-clinicas-de-odontologia-que-ganhou-clientes-classe-e-investidores-na-pandemia.html

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